
Uma visão superficial e rápida de cada um dos estágios da jornada:
InÃcio:
01. MUNDO COMUM:
Apresentar o HERÓI, o seu cotidiano e o MUNDO COMUM. Temos que explicar sobre o MUNDO COMUM para que o leitor ;
02. CHAMADO À AVENTURA:
Aqui o HERÓI recebe um desafio, um problema, uma aventura. Este CHAMADO À AVENTURA impossibilita o HERÓI de continuar no conforto do MUNDO COMUM. O chamado pode ser uma carta, um acontecimento estranho, a chegada de alguém novo. O CHAMADO À AVENTURA deixa claro qual é o objetivo do HERÓI;
03. RECUSA DO CHAMADO:
Inicialmente, o HERÓI, temendo enfrentar o desconhecido, recusa o chamado. Será necessário algo para motivá-lo. A motivação pode ser um conselho do MENTOR, algum incidente, uma reflexão mais profunda ou alguma outra mudança na situação; …continue lendo: Os estágios da Jornada do Herói.
Popularity: 6% [?]
May 4th, 2012 | Posted in Desenvolvimento, Literatura | No Comments
1. Use o tempo de um completo desconhecido de tal forma que ele não vai sentir que o tempo foi desperdiçado.
2. Dê ao leitor pelo menos um personagem pelo qual ele possa torcer.
3. Todo personagem deveria querer alguma coisa, mesmo que seja apenas um copo de água.
4. Toda frase deve fazer uma de duas coisas – revelar o personagem ou avançar a ação.
5. Comece o mais próximo do final quanto possÃvel.
6. Seja um sádico. Não importa o quão doces e inocentes [sejam] os seus personagens principais, faça com que coisas terrÃveis lhes aconteçam – a fim de que o leitor possa ver do que eles são feitos.
7. Escreva para agradar apenas uma pessoa. Se você abrir uma janela e fizer amor com o mundo, por assim dizer, a sua história vai pegar pneumonia.
8. Dê aos seus leitores tanta informação quanto possÃvel, o mais rapidamente possÃvel. Para o inferno com o suspense. Os leitores deveriam ter uma compreensão tão completa do que está acontecendo, onde e por quê, que eles poderiam terminar a história por si mesmos, se acontecesse de baratas comerem as últimas páginas.
Popularity: 6% [?]
April 17th, 2012 | Posted in Desenvolvimento, Literatura | No Comments
1. Uso e mau uso das palavras
Atenção para a repetição de palavras. Troque nomes por pronomes. Fique atento ao significado das mesmas.
2. Uso de clichês
Clichê é a repetições de ideias, palavras ou expressões que de tanto usadas já não tem significado deixam o texto mais pobre.
3. Falta de coerência
Uma narrativa é uma sequencia de acontecimento que ocorrem num espaço e tempo determinados. Partindo disso, temos que um importante fator a considerar é a coerência. Uma analogia que se encontra na literatura é entre o texto e um tapete. Para ser belo o tapete tem que estar completo, os desenhos tem que se completar. Assim é o texto. Ele deve ser visto como um todo coerente. uma parte deve dar sustentação a outra. Não devemos deixar situações mal resolvidas, mal explicadas. Isso dá impressão de falta de cuidado, ou pressa.
4. Personagens planos …continue lendo: Narrativa, os 10 Pecados Mortais!.
Popularity: 24% [?]
February 16th, 2012 | Posted in Desenvolvimento, Literatura | No Comments
Vamos ver alguns exemplos da Jornada do Herói, aplicada.
Nem tudo se encaixa na Jornada do Herói tradicional, de Vogler, mas tudo está em consonância com a ideia e com a estrutura criadas por Joseph Campbell, em o Herói de Mil Faces.
Incidente provocador
Muitas vezes, separado e distinto do convite à aventura. Pode ser usado como uma ferramenta para apresentar o antagonismo Maior, o empurrão, a polarização.
Em Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005), inicialmente o aparecimento de Voldemort no sonho de Harry.
Em Shrek (2001), os personagens estão sendo caçados.
Em Gran Torino (2008), as gangues antagonizando com Thao.
Mundo comum
Quando aprendemos detalhes cruciais sobre o herói, sua natureza ou sua verdade, capacidades…
Em Gladiador (2000), Maximus em sua caminhada esperando sentir novamente, a grama alta.
Em Guerra dos Mundos (2005), encontramos Ray Ferrier no trabalho e em casa.
Em Annie Hall (1977), Alvie Singer se preocupa com tudo em Nova York.
Em Um Tira da Pesada (1984), Axel é um policial em Detroit. …continue lendo: Entenda A Jornada do Herói em exemplos..
Popularity: 100% [?]
August 30th, 2011 | Posted in Desenvolvimento, Literatura, Literatura | No Comments
Vamos fazer um estudo resumido de A Jornada do Escritor de Christopher Vogler.
No livro A Jornada do Escritor, Christopher Vogler faz de forma simples e dando vários exemplos práticos, um bate papo com o leitor sobre as estruturas mÃticas nas narrativas heroicas. O livro virou uma espécie de manual em Hollywood, para os roteiristas, a pesar de o próprio autor comentar que não se trata de um manual e sim de uma análise, mostra uma maneira de fazer, mas isso não quer dizer que devemos ficar presos a ela, inclusive o aturo recomenda mudanças e adaptações ao estilo do escritor. As informações do livro não se aplicam apenas a roteiros, podem muito bem ser aproveitadas por romancistas e contistas no seu trabalho. O trabalho menciona Jung e Propp, mas a obra é fortemente baseada no trabalho de Joseph Campbell, sendo praticamente um manual explicativo da obra deste, intitulada O Herói de Mil Faces. …continue lendo: A Jornada do Escritor – Christopher Vogler.
Popularity: 73% [?]
July 8th, 2011 | Posted in Desenvolvimento, Literatura | No Comments
Veja só neste artigo alguns dos problemas gerais da lÃngua culta.
Vamos dar uma olhada na gramática e ver alguns dos erros mais comuns que cometemos.
Nem de longe chegaremos a uma lista exaustiva, a intenção é fixar a forma correta de algumas palavras e expressões que sempre trazem dificuldades para o brasileiro em geral.
Emprego de algumas palavras e expressões semelhantes:
1. Que e Quê:
*Que é pronome, conjunção, advérbio ou partÃcula expletiva.
*Quê é um substantivo (com o sentido de “alguma coisa”), interjeição (indicando surpresa, espanto) ou pronome em final de frase (imediatamente antes de ponto final, de interrogação ou de exclamação)
Ex. Que você pretende, tratando-me dessa maneira? …continue lendo: Problemas Gerais da LÃngua Culta.
Popularity: 65% [?]
May 16th, 2011 | Posted in Desenvolvimento, Gramática | 1 Comment
Memorando Vogler é como ficou mais conhecido o texto “A Practical Guide to The Hero With a Thousand Faces” (Um Guia Prático para o Herói de Mil Faces), um memorando corporativo de sete páginas escrito por Christopher Vogler, para os roteiristas de Hollywood explicando a obra o Herói de Mil Faces, do antropólogo Joseph Campbell. A partir desse documento, se difunde a ideia do monomito, ou do “ciclo do herói” que ficou conhecido como: A jornada do herói, que trataremos aqui (no blog) a exaustão.
Basicamente ele dizia que uma história deveria seguir uma estrutura que remetesse ao monomito. …continue lendo: Memorando Vogler.
Popularity: 63% [?]
April 20th, 2011 | Posted in Desenvolvimento, Literatura | 1 Comment
Para os que querem, mas não sabem, como escrever uma crônica, aqui vai um roteirinho de trabalho:
Um dos pontos mais importantes e que caracterizam a crônica é o fato de a mesma retratar como o escritor vê um determinado fato, seu ponto de vista.
Pequeno roteiro para escrever sua primeira crônica:
Para começar, devemos escolher algum fato da atualidade que chamou nossa atenção.
Essa etapa é fácil, basta procurar ver na TV ou procurar em jornais, revistas, sites de notÃcias, etc…
Podemos encontrar assunto nas ruas, conversando com as pessoas, no cafezinho, num bate-papo no corredor no trabalho… Diversifique!
Qualquer coisa serve de tema para uma crônica.
O tema escolhido deve atrair nossa atenção, despertar nosso senso crÃtico, nosso lado humorista, causar algum tipo de sensação: desânimo, melancolia, paixão, alegria, indignação, nojo, felicidade, horror, solidariedade.
Certamente o sentimento nos ajudará a escrever uma crônica muito melhor. …continue lendo: Como escrever uma crônica.
Popularity: 82% [?]
October 8th, 2010 | Posted in Desenvolvimento, Literatura | 2 Comments
Mais um pouco de técnica para nossa narração, que tal?
Foco narrativo ou ponto de vista do narrador
• Narrador personagem ou participante: foco narrativo em 1ª pessoa.
• Narrador observador: foco narrativo em 3ª pessoa.
• Narrador onisciente: foco narrativo em 3ª pessoa.
Tipos de discurso
• direto (diálogo) : o narrador reproduz textualmente a fala da personagem.
• indireto: o narrador conta o que a personagem fala.
• indireto livre: a fala da personagem funde-se com a fala do narrador.
• do narrador: o narrador conta a história e tece comentários sobre personagens e acontecimentos.
Popularity: 44% [?]
October 6th, 2010 | Posted in Desenvolvimento, Literatura | 2 Comments
Vamos aprender mais um pouco para melhora nossa técnica?
São elementos básicos da narração:
Enredo (ação), personagem, tempo e espaço.
As seis perguntas fundamentais:
O QUÊ? – o(s) fato(s) que determina(m) a história;
QUEM ? _ a personagem ou personagens;
COMO? _ o enredo, o modo como se tecem os fatos;
ONDE? _ o lugar ou lugares da ocorrência;
QUANDO? _ o momento ou momentos em que se passam os fatos;
POR QUÊ? _ a causa do acontecimento. …continue lendo: O que é: o texto narrativo?.
Popularity: 38% [?]
September 20th, 2010 | Posted in Literatura | 2 Comments